segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PLANEJAMENTO DE 5.6.7 DE MARÇO - TEXTO BASE - PLANEJAMENTO


 Caros Colegas e Comunidade Escolar
Esta semana refletiremos sobre a importância do planejamento e utilizaremos o texto abaixo organizado pela professora  Rosângela Menta Melho .
Que seja um proveitoso para todos nós
Atenciosamente, Rosemary Calazans Lopes - Pedagoga Vespertino.

CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO

PLANEJAMENTO ESCOLAR

O planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos da sua organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino. O planejamento é um meio para se programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado à avaliação


2  IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESCOLAR

O trabalho docente é uma atividade consciente e sistemática, em cujo centro está a aprendizagem ou o estudo dos alunos sob a direção do professor.
O planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social.  A escola, os professores e os alunos são integrantes da dinâmica das relações sociais; tudo o que acontece no meio escolar está atravessado por influências econômicas, políticas e culturais que caracterizam a sociedade de classes. Isso significa que os elementos do planejamento escolar – objetivos, conteúdos, métodos – estão recheados de implicações sociais, têm um significado genuinamente político. Por essa razão, o planejamento é uma atividade de reflexão acerca das nossas opções e ações; se não pensarmos detidamente sobre o ruma que devemos dar ano nosso trabalho, ficaremos entregues aos rumos estabelecidos pelos interesses dominantes na sociedade. A ação de planejar é uma atividade consciente de previsão das ações docentes, fundamentadas em opções político-pedagógicas, e tendo como referência permanente situações didáticas concretas (isto é, a problemática social, econômica, política e cultural que envolve a escola, os professores, os alunos, os pais, a comunidade, que interagem no processo de ensino).
O planejamento escolar tem, assim, as seguintes funções:
·         Explicitar princípios, diretrizes e procedimentos de trabalho docente que assegurem a articulação entre as tarefas da escola e as exigências do contexto social e do processo de participação democrática.
·         Expressar os vínculos entre o posicionamento filosófico, político-pedagógico e profissional, as ações efetivas que o professor irá realizar em sala de aula, através de objetivos, conteúdos, métodos e formas organizativas de ensino.
·         Assegurar a racionalização, organização e coordenação do trabalho docente, de modo que a previsão das ações docentes possibilite ao professor a realização de um ensino de qualidade e evite a improvisação e rotina.
·         Prever objetivos, conteúdos e métodos a partir da consideração das exigências propostas pela realidade social, do nível de preparo e das condições sócio-culturais e individuais dos alunos.
·         Assegurar a unidade e a coerência do trabalho docente, uma vez que torna possível inter-relacionar, num plano, os elementos que compõem o processo de ensino: os objetivos (para que ensinar), os conteúdos (o que ensinar), os alunos e suas possibilidades (a quem ensinar), os métodos e técnicas (como ensinar) e a avaliação, que está intimamente relacionada aos demais.
·         Atualizar o conteúdo do plano sempre que é revisto, aperfeiçoando-o em relação aos progressos feitos no campo de conhecimentos, adequando-os às condições de aprendizagem dos alunos, aos métodos, técnicas e recursos de ensino que vão sendo incorporados na experiência cotidiana.
·         Facilitar a preparação das aulas: selecionar o material didático em tempo hábil, saber que tarefas professor e alunos devem executar, replanejar o trabalho frente a novas situações que aparecem no decorrer das aulas.
Para que os planos sejam efetivamente instrumentos para a ação, devem ser como um guia de orientação de devem apresentar ordem seqüencial, objetividade, coerência, flexibilidade.

3  ETAPAS DO PLANEJAMENTO DE ENSINO

3.1  Conhecimento da realidade:

Para poder planejar adequadamente a tarefa de ensino e atender às necessidades do aluno é preciso, antes de qualquer coisa, saber para quem se vai planejar. Por isso, conhecer o aluno e seu ambiente é a primeira etapa do processo de planejamento. É preciso saber quais as aspirações, frustrações, necessidades e possibilidades dos alunos. Fazendo isso, estaremos fazendo uma Sondagem, isto é, buscando dados.
Uma vez realizada a sondagem, deve-se estudar cuidadosamente os dados coletados. A conclusão a que chegamos, após o estudo dos dados coletados, constitui o Diagnóstico.
Sem a sondagem e o diagnóstico corre-se o risco de propor o que é impossível alcançar ou o que não interessa ou, ainda, o que já foi alcançado.

3.2 Requisitos para o planejamento

·         Objetivos e tarefas da escola democrática: estão ligados às necessidades de desenvolvimento cultural do povo, de modo a preparar as crianças e jovens para a vida e para o trabalho.
·         Exigências dos planos e programas oficiais: são as diretrizes gerais, são documentos de referência, a partir dos quais são elaborados os planos didáticos específicos.
·         Condições prévias para a aprendizagem: está condicionado pelo nível de preparo em que os alunos se encontram em relação ás tarefas de aprendizagem

3.3  Elaboração do plano:

A partir dos dados fornecidos pela sondagem e interpretados pelo diagnóstico, temos condições de estabelecer o que é possível alcançarem o que julgamos possíveis e como avaliar os resultados. Por isso, passamos a elaborar o plano através dos seguintes passos:

·         Determinação dos objetivos.
·         Seleção e organização dos conteúdos.
·         Análise da metodologia de ensino e dos procedimentos adequados.
·         Seleção de recursos tecnológicos.
·         Organização das formas de avaliação.
·         Estruturação do plano de ensino.

3.4  Execução do plano:

Ao elaborarmos o plano de ensino, antecipamos, de forma organizada, todas as etapas do trabalho escolar. A execução do plano consiste no desenvolvimento das atividades previstas.
Na execução, sempre haverá o elemento não plenamente previsto. Às vezes, a reação dos alunos ou as circunstâncias do ambiente dispensa o planejamento, pois, uma das características de um bom planejamento deve ser a flexibilidade.

3.5  Avaliação e aperfeiçoamento do plano:

Ao término da execução do que foi planejado, passamos a avaliar o próprio plano com vistas ao replanejamento.
Nessa etapa, a avaliação adquire um sentido diferente da avaliação do ensino-aprendizagem e um significado mais amplo. Isso porque, além de avaliar os resultados do ensino-aprendizagem, procuramos avaliar a qualidade do nosso plano, a nossa eficiência como professor e a eficiência do sistema escolar.

4 O PLANO DA ESCOLA

O plano da escola é o plano pedagógico e administrativo da unidade, onde se explicita a concepção pedagógica do corpo docente, as bases teórico-metodológicas da organização didática, a contextualização social, econômica, política e cultural da escola, a caracterização da clientela escolar, os objetivos educacionais gerais, a estrutura curricular, diretrizes metodológicas gerais, o sistema de avaliação do plano, a estrutura organizacional e administrativa.
O plano da escola é um guia de orientação para o planejamento do processo de ensino. Os professores precisam ter em mãos esse plano abrangente, não só para uma orientação do seu trabalho, mas para garantir a unidade teórico-metodológica das atividades escolares.

4.1 Roteiro para elaboração do plano da escola:

·         Posicionamento sobre as finalidades da educação escolar na sociedade e na nossa escola
·         Bases teórico-metodológicas da organização didática e administrativa: tipo de homem que queremos formar, tarefas da educação, o significado pedagógico-didático do trabalho docente, relações entre o ensino e o desenvolvimento das capacidades intelectuais dos alunos, o sistema de organização e administração da escola.
·         Caracterização econômica, social, política e cultural do contexto em que está inserida a nossa escola.
·         Características sócio-culturais dos alunos
·         Objetivos educacionais gerais da escola
·         Diretrizes gerais para elaboração do plano de ensino da escola: sistema de matérias – estrutura curricular; critérios de seleção de objetivos e conteúdos; diretrizes metodológicas gerais e formas de organização do ensino e sistemática de avaliação.
·         Diretrizes quanto à organização e a à administração: estrutura organizacional da escola; atividades coletivas do corpo docente; calendário e horário escolar; sistema de organização de classes, de acompanhamento e aconselhamento de alunos, de trabalho com os pais; atividades extra-classe; sistema de aperfeiçoamento profissional do pessoal docente e administrativo e normas gerais de funcionamento da vida coletiva.

5  COMPONENTES BÁSICOS DO PLANEJAMENTO DE ENSINO
O plano de ensino é um roteiro organizado das unidades didáticas para um ano ou semestre. É denominado também de plano de curso, plano anual, plano de unidades didáticas e contém os seguintes componentes: ementa da disciplina, justificativa da disciplina em relação ao objetivos gerais da escola e do curso; objetivos gerais; objetivos específicos, conteúdo (com a divisão temática de cada unidade); tempo provável (número de aulas do período de abrangência do plano); desenvolvimento metodológico (métodos e técnicas pedagógicas específicas da disciplina); recursos tecnológicos; formas de avaliação e referencial teórico (livros, documentos, sites, etc)
5.1 Exemplo:

 

CEWKLogomarca Governo do ParanáCOLÉGIO ESTADUAL WOLFF KLABIN

ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
Av. Presidente Kennedy, 515 – Centro – Fone: (42) 3273.4198
84.261-400 – Telêmaco Borba - Paraná

PROGRAMA ANUAL

CURSO:

DISCIPLINA:                                                    PROFESSORA:

TURNO:                                                           CARGA HORÁRIA:      horas/aula

SÉRIE:                                                             TURMA:                                                ANO:

1.    EMENTA
2.    JUSTIFICATIVA
3.    OBJETIVOS
4.    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
4.1.   1º Bimestre
4.2.   2º Bimestre
4.3.   3º Bimestre
4.4.   4º Bimestre
5.    METODOLOGIA DE ENSINO
6.    RECURSOS TECNOLÓGICOS (DIDÁTICOS)
7.    AVALIAÇÃO
8.    REFERENCIAL TEÓRICO
9.    INDICAÇÃO DE LEITURAS PARA ALUNOS

5.2 Ementa:

É uma descrição discursiva que resume o conteúdo conceitual ou conceitual/procedimental de uma disciplina.

5.3 Justificativa:

A justificativa deverá responder a três questões básicas do processo didático: o por quê?, o para quê e o como.

5.4 Objetivos:

É a descrição clara do que se pretende alcançar como resultado da nossa atividade. Os objetivos nascem da própria situação: da comunidade, da família, da escola, da disciplina, do professor e principalmente do aluno. Os objetivos, portanto, são sempre do aluno e para o aluno.
Os objetivos educacionais ou gerais são as metas e os valores mais amplos que a escola procura atingir a longo prazo, e os objetivos instrucionais, também chamados de específicos, são proposições mais específicas referentes às mudanças comportamentais esperadas para um determinado grupo-classe.
Para manter a coerência interna do trabalho de uma escola, o primeiro cuidado será o de selecionar os objetivos específicos que tenham correspondência com os objetivos gerais das áreas de estudo que, por sua vez, devem estar coerentes com os objetivos educacionais do planejamento de currículo. E os objetivos educacionais, conseqüentemente, devem estar coerentes com a linha de pensamento da entidade à qual o plano se destina. Vejamos, agora, alguns exemplos de objetivos educacionais (gerais) e instrucionais (específicos):
Assinale se é Geral (G) ou Específico (E):
o Criar situações de aprendizagem para que a criança adquira conhecimentos que facilitem a localização de sua comunidade e de seu município, possibilitando-lhe a compreensão das características naturais, culturais, sociais e econômicas do ambiente em que vive.
o Desenvolver o hábito de observação do meio ambiente.
o Estimular no aluno o ideal de consciência grupal.
o Identificar na comunidade os seus diferentes aspectos naturais, culturais, sociais e econômicos.
o Utilizar os recursos da comunidade como fonte de informações.
o Relacionar unidades de medida aos tipos de objetos apresentados no desenho.
o Aplicar os conhecimentos de medida em várias situações no cotidiano.
o Identificar matéria-prima e produto.
o Destacar os centros comerciais e industriais.
o Compreender por que os serviços públicos de atendimento às necessidades da população são direitos do cidadão e obrigação dos órgãos públicos.
o Desenvolver a criatividade e o espírito crítico no aluno.
o Reconhecer o mapa do município e a sua configuração.
o Localizar o país, o Estado e o município, no mapa-múndi.
Partindo dos conteúdos, fixará os objetivos específicos, ou seja, os resultados a obter do processo de transmissão-assimilação ativa dos conhecimentos, conceitos, habilidades.
Na redação, o professor transformará tópicos das unidades numa proposição (afirmação) que expresse o resultado esperado e que deve ser atingido por todos os alunos ao término daquela unidade didática.
Os resultados são conhecimentos (conceitos, fatos, princípios, teorias, interpretações, idéias organizadas, etc) e habilidades (o que deve aprender para desenvolver suas capacidades intelectuais, motoras, afetivas, artísticas, etc.)
Na redação dos objetivos específicos, o professor pode indicar também as atitudes e convicções em relação à matéria, ao estudo, ao relacionamento humano, à realidade social (atitude científica, consciência crítica, responsabilidade, solidariedade, etc.)
Devem ser redigidos com clareza, ser realistas, corresponder à capacidade de assimilação dos alunos, conforme seu nível de desenvolvimento mental e sua idade.

5.5 Conteúdo:

Refere-se à organização do conhecimento em si, com base nas suas próprias regras. Abrange também as experiências educativas no campo do conhecimento, devidamente selecionadas e organizadas pela escola.
O conteúdo é um instrumento básico para poder atingir os objetivos.
Em geral, os guias curriculares oficiais oferecem uma relação de conteúdos das várias áreas que podem ser desenvolvidos em cada série. Pode-se selecionar o conteúdo com base nesses guias. Não devemos esquecer, no entanto, de levar em conta a realidade da classe.
Outros cuidados que devem ser observados na seleção dos conteúdos:

·         Devemos delimitar os conteúdos por unidades didáticas, com a divisão temática de cada uma. Unidade didática são o conjunto de temas inter-relacionados que compõem o plano de ensino para uma série ou módulo. Cada unidade didática contém um tema central do programa, detalhado em tópicos.
·         Conteúdo selecionado precisa estar relacionado com os objetivos definidos. Devemos escolher os conhecimentos indispensáveis para que os alunos adquiram os comportamentos fixados.
·         Um bom critério de seleção é a escolha feita em torno de conteúdos mais importantes, mais centrais e mais atuais, com base no programa oficial da matéria, no livro didático adotado pela instituição.
·         É importante é o fato de o mestre estar apto a levantar a idéia central do conhecimento que deseja trabalhar. Para que tal ocorrência se verifique, é indispensável que o professor conheça em profundidade a natureza do fenômeno que pretende que seus alunos conheçam.
·         Conteúdo precisa ir do mais simples para o mais complexo, do mais concreto para o mais abstrato.

Finalmente faça uma última checagem para verificar:

·         As unidades formam um todo homogêneo e lógico.
·         As unidades realmente contêm o conteúdo básico essencial.
·         O tempo para desenvolver cada unidade é realista.
·         Os tópicos de cada unidade possibilitam o entendimento da idéia central.
·         Os tópicos de cada unidade podem ser transformados em tarefas de estudo para os alunos e em objetivos e habilidades.

5.6 Desenvolvimento metodológico ou metodologia de ensino:

Procedimentos de ensino são ações, processos ou comportamentos planejados pelo professor para colocar o aluno em contato direto com coisas, fatos ou fenômenos que lhes possibilitem modificar sua conduta, em função dos objetivos previstos (TURRA apud PILETTI, 2003, p. 67).

Indica o que o professor e os alunos farão no desenrolar de uma aula ou conjunto de aulas.
Sua função é articularem objetivos e conteúdos com métodos e procedimentos de ensino que provoquem a atividade mental e prática dos alunos (resolução de situações problemas, trabalhos de elaboração mental, discussões, resolução de exercícios, aplicação de conhecimentos e habilidades em situações distintas das trabalhadas em classe, etc.)
O professor, ao organizar as condições externas favoráveis à aprendizagem, utiliza meio ou modos organizados de ação, conhecidos como técnicas de ensino. As técnicas de ensino são maneiras particulares de organizar a atividade dos alunos no processo de aprendizagem.
O desenvolvimento metodológico de objetivos e conteúdos estabelece a linha que deve ser seguida no ensino (atividade do professor) e na assimilação (atividade do aluno) da matéria de ensino.
Ao planejar os procedimentos de ensino, não é suficiente fazer uma listagem de técnicas que serão utilizadas, como aula expositiva, trabalho dirigido, excursão, trabalho em grupo, etc. Devemos prever como utilizar o conteúdo selecionado para atingir os objetivos propostos. As técnicas estão incluídas nessa descrição. Os procedimentos têm uma abrangência bem mais ampla, pois envolvem todos os passos do desenvolvimento da atividade de ensino propriamente dita. Os procedimentos de ensino selecionados pelo professor devem:

  • Ser diversificados;
  • Estar coerentes com os objetivos propostos e com o tipo de aprendizagem previsto nos objetivos;
  • Adequar-se às necessidades dos alunos;
  • Servir de estímulo à participação do aluno no que se refere às descobertas;
  • Apresentar desafios.

Exemplos:
  • aulas interativas, projetos de aprendizagem, etc.
  • ensino individualizado (módulos de ensino, instrução audiotutorial, estudo através de fichas, solução de problemas, etc.),
  • métodos didáticos (expositivo, interrogativo, intuitivo, etc.),
  • métodos ativos (método Montessori, plano Dalton, o sistema Winnetka, método de projetos, método de trabalho em grupo, etc.),
  • Técnicas (discussão circular, debate, painel integrado, phillips 66, mesa-redonda, seminário, etc.)

5.7 Recursos tecnológicos (didáticos, audiovisuais ou de ensino):

As tecnologias merecem estar presentes no cotidiano escolar primeiramente porque estão presentes na vida, mas também para:
  • Diversificar as formas de produzir e apropriar-se do conhecimento.
  • Serem estudadas, como objeto e como meio de se chegar ao conhecimento, já que trazem embutidas em si mensagens e um papel social importante.
  • Permitir ao alunos, através da utilização da diversidade de meios, familiarizarem-se com a gama de tecnologias existentes na sociedade.
  • Serem desmistificadas e democratizadas.
  • Dinamizar o trabalho pedagógico.
  • Desenvolver a leitura crítica.
  • Ser parte integrante do processo que permite a expressão e troca dos diferentes saberes.
Exemplos:  álbum seriado, cartão-relâmpago, cartaz, ensino por fichas, estudo dirigido, flanelógrafo, gráficos, história em quadrinhos, ilustrações, jogos, jornal, livro didático, mapas, globos, modelos, mural, peça teatral, quadro-de-giz, quadro de pregas, sucata, textos, terrário, aquário, maquetes, equipamentos esportivos, computador, vídeo, dvd, cd, internet, sites, correio eletrônico, softwares, rádio, slide, TV, transparências para retroprojetor, etc.

5.8 Avaliação:

Avaliação é o processo pelo qual se determina o grau e a quantidade de resultados alcançados em relação aos objetivos, considerando o contexto das condições em que o trabalho foi desenvolvido.
No planejamento da avaliação é importante considerar a necessidade de:

·         Avaliar continuamente o desenvolvimento do aluno.
·         Selecionar situações de avaliação diversificadas, coerentes com os objetivos propostos.
·         Selecionar e/ou montar instrumentos de avaliação.
·         Registrar os dados da avaliação.
·         Aplicar critérios aos dados da avaliação.
·         Interpretar resultados da avaliação.
·         Comparar os resultados com os critérios estabelecidos (feed-back).
·         Utilizar dados da avaliação no planejamento.

O feedback deve ser encarado como retroinformação para o professor sobre o andamento de sua atuação. Dessa forma, a avaliação desloca-se do plano da competição entre professor e aluno, para significar a medida real do conhecimento, tornando-se assim menos arbitrária.

6  plano bimestral:

O planejamento do bimestre pode conter uma unidade didática ou mais. É uma especificação maior do plano de curso. Uma unidade de ensino é formada de assuntos inter-relacionados. O planejamento bimestral das unidades didáticas também inclui objetivos, conteúdos, etc. Em princípio, deve ser planejado ao final do bimestre, ou período que o antecede, pois esta lhe servirá de base ou apoio. Isto significa que os bimestres ou unidades serão planejadas ou replanejadas ao longo do curso.

6.1 Exemplo:

 

CEWKLogomarca Governo do ParanáCOLÉGIO ESTADUAL WOLFF KLABIN

ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
Av. Presidente Kennedy, 515 – Centro – Fone: (42) 3273.4198
84.261-400 – Telêmaco Borba - Paraná

PROGRAMA 1º BIMESTRE


CURSO:

DISCIPLINA:                                                     PROFESSORA:

TURNO:                                                            CARGA HORÁRIA:     horas/aula

SÉRIE:                                                             TURMA:                                                ANO:


OBJETIVOS



PROGRAMA
CONTEÚDOS
Nº AULAS
ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO
AVALIAÇÃO













RECURSOS TECNOLÓGICOS



REFERENCIAL TEÓRICO


INDICAÇÃO DE LEITURA COMPLEMENTAR


Telêmaco Borba, __/__/____.
Professora ______________________

7  Planejamento de aula:

A aula é a forma predominante de organização didática do processo de ensino. É na aula que organizamos ou criamos as situações docentes, isto é, as condições e meios necessários para que os alunos assimilem ativamente conhecimentos, habilidades e desenvolvam suas capacidades cognoscitivas.
O plano de aula é o detalhamento do plano de ensino. As unidades didáticas e subunidades (tópicos) que foram previstas em linhas gerais são agora especificadas e sistematizadas para uma situação didática real. A preparação da aula é uma tarefa indispensável e, assim como o plano de ensino, deve resultar num documento escrito que servirá não só para orientar as ações do professor como também para possibilitar constantes revisões e aprimoramentos de ano para ano. Em todas as profissões o aprimoramento profissional depende da acumulação de experiências conjugando a prática e a reflexão criteriosa sobre a ação e na ação, tendo em vista uma prática constantemente transformadora para melhor.
Na elaboração do plano de aula, deve-se levar em consideração, em primeiro lugar, que a aula é um período de tempo variável. Dificilmente completamos numa só aula o desenvolvimento de uma unidade didática ou tópico de unidade, pois o processo de ensino e aprendizagem se compõe de uma seqüência articulada de fases:

  • Preparação e apresentação dos objetivos, conteúdos e tarefas.
  • Desenvolvimento da matéria nova.
  • Consolidação (fixação, exercícios, recapitulação, sistematização).
  • Síntese integradora e aplicação.
  • Avaliação.

Isto significa que não devemos preparar uma aula, mas um conjunto de aulas.

7.1 Como elaborar um plano de aula?

O primeiro passo é indicar o tema central da aula. Exemplo: matéria-prima e produto.

A seguir devem-se estabelecer os objetivos da aula.
Exemplo: Ao final das atividades propostas o aluno será capaz de:
  • Identificar matéria-prima e produto
  • Compreender os processos de transformação de matéria-prima em produto, relacionando com as questões ambientais.
  • Destacar as principais indústrias de seu município e a origem das matérias primas.
  • Listar produtos transformados de matéria-prima, utilizados no seu cotidiano.
Em terceiro lugar indica-se o conteúdo que será objeto de estudo.
Exemplo:
  • Matéria-prima.
  • Produto.
  • Matéria-prima e sua procedência.
  • As indústrias do município.

Em quarto lugar estabelecem-se os procedimentos e recursos de ensino, isto é, estabelecem-se as formas de utilizar o conteúdo selecionado para atingir os objetivos propostos.
Nesse caso, por exemplo, para o aluno identificar matéria-prima, produto e processos de transformação, pode-se programar com eles uma excursão a uma indústria. Assim, o professor pode planejar uma excursão como ponto de referência para ele próprio, mas não deve dar o planejamento pronto aos alunos. Proceder a orientações quanto a conceitos básicos que os alunos devem dominar antes da visita. Deverá, sim, estimula-los para que, com seu auxílio, planejem a excursão. Para isso procurará levantar com seus alunos as questões mais interessantes e sobre as quais gostaria de obter respostas, como, por exemplo:

  • Nome da fábrica.
  • Endereço da fábrica. (área industrial, urbana...)
  • Número de operários da fábrica.
  • Diferentes tipos de funções dentro da fábrica.
  • Salários.
  • Matéria-prima e sua procedência.
  • Produtos fabricados.
  • Utilidade dos produtos.
  • Qualificação profissional das pessoas que trabalham na fábrica.
  • Como a fábrica faz a preservação ambiental.
  • Existem programas de qualidade de vida para os operários e programa sociais.

Em quinto lugar, no dia seguinte ao da visita, deve-se fazer uma síntese integradora das informações colhidas pelos alunos. Além disso, outras atividades complementares poderão ser desenvolvidas. Assim, aproveitando a experiência adquirida com a excursão, cada aluno poderá individualmente entrevistar uma pessoa que trabalha em alguma fábrica e obter dela as seguintes informações:

  • Em que fábrica esta pessoa trabalha.
  • Qual a função que desempenha e sua formação escolar.
  • Número de operários que trabalham na fábrica.
  • Que a fábrica produz.
  • Material usado na fabricação dos produtos.
  • Como a empresa preserva o meio ambiente.

Ao retornarem das entrevistas o professor deve proporcionar um espaço para troca de idéias, onde cada aluno expõe o achou interessante em sua entrevista, estabelecendo um paralelo com os relatos dos colegas, onde o professor fará a mediação do processo de discussão.
Em sexto lugar, o professor proporciona a consolidação com atividades variadas, que pode ser realizada no decorrer do processo e não apenas em um momento específico.
Outra atividade que pode ser desenvolvida consiste em investigar que matéria-prima é utilizada na fabricação de uma série de objetos usados pelo próprio aluno, como sapatos, lápis, bola, caderno, livro, etc.
Finalmente, o planejamento da aula deve prever como será feita a avaliação. No exemplo que estamos considerando, não podemos propor apenas questões do tipo:

  • Que é produto?
  • Que é matéria-prima?
  • Que é indústria?

Procedendo dessa maneira, estamos avaliando apenas se o aluno memorizou essas definições. Precisamos, nesse caso, propor situações de avaliação que possibilitem verificar se o aluno realmente é capaz de identificar o produto e matéria-prima em situações novas. Poderíamos, por exemplo, propor as seguintes situações de avaliação:
  • Solicitar que os alunos recortem de jornais e revistas nomes e figuras de matérias-primas para que o aluno indique os produtos que podem ser fabricados a partir delas.
  • Dar uma relação de produtos conhecidos do aluno para que ele indique a matéria-prima da qual é feito cada um deles, podendo montar jogos da memória a partir da seleção.
  • Aplicar ao aluno uma série de com questões variadas, para que ele assinale as proposições que correspondam ao conceito de produto e/ou matéria-prima.
  • Apresentar um texto para que o aluno o interprete e indique o que é produto e/ou matéria-prima.

7.2 Vamos revisar o nosso planejamento:

  • Releia os objetivos gerais da matéria.
  • Verifique a seqüência no plano de ensino.
  • Observe se os alunos estão preparados para o estudo deste conteúdo novo.
  • O desdobramento do tópico da unidade possui uma seqüência lógica.
  • Os objetivos específicos estão de acordo com a proposta do plano anual, bimestral...
  • A idéia central do tópico está clara no conteúdo programado.
  • O número de aulas é suficiente para o tema proposto.
  • O desenvolvimento metodológico e interessante e estimula a participação ativa do aluno e prevê:
o    Preparação e introdução do assunto.
o    Desenvolvimento e estudo ativo do assunto.
o    Sistematização e aplicação.
o    Tarefas de casa.
  • Foi previsto a avaliação diagnóstica, formativa e somativa, isto é, no início, durante e no final das atividades.
Sabemos que o êxito dos alunos não depende unicamente do professor e de seu método de trabalho, pois a situação docente envolve muitos fatores de natureza social, psicológica, o clima geral da dinâmica da escola, etc. Entretanto o trabalho docente tem um peso significativo ao proporcionar condições efetivas para o êxito escolar dos alunos.
Ao fazer a avaliação das aulas, convém ainda levantar questões como estas:
  • Os objetivos e conteúdos foram adequados à turma?
  • O tempo de duração da aula foi adequado?
  • Os métodos e técnicas de ensino foram variados e oportunos para suscitar atividade mental e prática dos alunos?
  • Foram feitas avaliações da aprendizagens dos alunos no decorrer das aulas (formais e informais)?
  • O relacionamento professor-aluno foi satisfatório?
  • Houve uma organização segura das atividades, de modo a ter garantido um clima de trabalho favorável?
  • Foram propiciadas tarefas de estudo ativo e independente dos alunos?
  • Os alunos realmente consolidaram a aprendizagem da matéria, num grau suficiente para introduzir matéria nova?

Anotações:



7.3 Modelos de plano de aula:

7.3.1 – Modelo de Nelson Piletti:

Tema central:

Objetivos:

Conteúdo:

Procedimentos de ensino
Recursos
Procedimentos de avaliação







7.3.2 Modelo de José Carlos Libâneo (Pedagogia crítico-social dos conteúdos):

Escola:                               Disciplina:             Data:
Série:                                 Professor:
Unidade didática:

Objetivos Específicos
Conteúdos
Nº aulas
Desenvolvimento Metodológico














Preparação:


Introdução do assunto:


Desenvolvimento e estudo ativo do assunto:


Sistematização e aplicação:


Tarefas para casa:


Avaliação:
Referencial teórico:

7.3.3 Modelo de Imídeo Nérice (tecnicista):

1 Cabeçalho
2 Objetivos
3 Motivação
4 Desenvolvimento da aula
  • Revisão da aula anterior e articulação com a experiência passada do aluno.
  • Assunto novo.
  • Síntese ou resumo
5 Procedimentos didáticos:
  • Técnicas de ensino a empregar
  • Material didático a ser usado
  • Atividades previstas para os alunos
  • Fixação, integração e avaliação
  • Tarefas
6 Notas complementares:
  • Enriquecimento do vocabulário
  • Questão proposta para reflexão
  • Assunto provável da próxima aula
  • Bibliografia
7 Crítica da aula
  • O que não foi realizado?
  • Por quê?
  • Que deve passar para a aula seguinte e o que deve ser reelaborado?
  • Como melhorar a aula?
  • Observações e ocorrência durante a aula.

7.3.4 Modelo simplificado:

Identificação:
Local:                           Disciplina:
Tema:                          Série:             Turma:
Data:                            Duração:
Objetivos:


Esquema do conteúdo:


Descrição do desenvolvimento metodológico
Introdução ao assunto:


Desenvolvimento do conteúdo:



Síntese Integradora:



Recursos Humanos, Pedagógicos e Físicos:
Avaliação da aprendizagem:
Referencial Teórico:
7.3.5 Plano de aula de Celso Vasconcelos:

  • Assunto: indicação temática a ser trabalhada.
  • Necessidade: explicitação das necessidades percebidas no grupo e que justificam a proposta de ensino.
  • Objetivo
  • Conteúdo
  • Metodologia: explicitação dos procedimentos de ensino, técnicas, estratégias, a serem utilizadas no desenvolvimento do assunto.
  • Tempo
  • Recursos
  • Avaliação
  • Tarefa: suas funções básicas são o aprofundamento e síntese do que está sendo visto em classe, assim como, ajudar o aluno a ter representações mentais prévias disponíveis correlatas ao assunto a ser tratado nas aulas seguintes.
  • Observações: suas anotações, reflexões e avaliação sobre a caminhada, tornando a aula um instrumento de pesquisa sobre a prática. É preciso resgatar o hábito de escrever sobre a prática (Diário de bordo), tendo em vista a possibilidade de uma reflexão mais sistemática.

7.

PLANEJAMENTO DE 28,29 E 30 DE FEVEREIRO

 INFORMES:

1- A JUNIOR ACHIEVEMENT CONFIRMOU DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS "Atitude pelo planeta" para a 7ª série e " As vantagens de permanecer na escola" para a 8ª série. A Vitoriawagen patrocinará os projetos na escola. Existe a possibilidade dos dois projetos ser aplicados na 7ª e 8ª série, dependerá do número de voluntários treinados disponíveis para Serra. Os alunos receberão certificados, bem como todos os envolvidos. 

2- O SESI, confirmou o projeto "Cozinha Brasil" para o mês de setembro. Este projeto também fornecerá certificado e abre possibilidades para o mercado de trabalho. Estamos aguardando e-mail para confirmação dos dias em setembro.

Falta confirmar parceria com as seguintes empresas: CST, Write Martins.

Auto Glass. Confirmada - início mês de abril

Todos os projetos serão desenvolvidos na escola com a presença de profissionais treinados pelas empresas, acompanhados de um supervisor também, da empresa, e na escola, do professor regente da aula fora da sala de aula, o projeto está sendo acompanhado pelo pedagogo, coordenadores, diretor e comunidade escolar.





ESTAGIÁRIOS

Nossa escola recebe muito bem os estagiários das Faculdades particulares e Universidade Federal do Espírito Santo. Os mesmos tem prestado contribuição importante à escola.  Eles observam participativamente as aulas, participam do planejamento com o professor, auxiliam na elaboração e aplicação de atividades junto com o regente de classe e ministram  algumas aulas sempre acompanhados do professor responsável pela turma. Já estarão no planejamento de quarta feira o estagiário Rafael com a professora de Ciências Edilene e a estagiária Sâmia com a  professora de Ciências Marissandra. Outros virão em breve. 


ACONTECE NESTA SEMANA, HOJE DE MANHÃ, COM A PARTICIPAÇÃO DA NOSSA ESCOLA (DIRETOR E PEDAGOGOS), UMA REUNIÃO PARA APRESENTAÇÃO DOS HORÁRIOS DAS ESOLAS E DO ACOMPANHAMENTO DOS PLANEJAMENTOS, NA SUPERINTENDÊNCIA DE CARAPINA. BREVE, POSTAREMOS  INFORMAÇÕES.



 Como o horário de planejamento é um momento de pensarmos sobre o processo de ensino e aprendizagem, é muito importante que estejamos embasados teoricamente. Para isso, pesquisamos e postamos os textos abaixo. Sem dúvida aprenderemos uns com os outros durante a leitura e reflexões.
Atenciosamente,
Rosemary Calazans Lopes - Pedagoga do turno vespertino


TEXTOS PARA LEITURA E DISCUSSÃO SOBRE AVALIAÇÃO DURANTE O PLANEJAMENTO DA ÚLTIMA SEMANA DE FEVEREIRO DE 2012

  texto 1
 A base ética da avaliação da aprendizagem na escola Cipriano Carlos Luckesi



 Avaliação tem a ver com ação e esta, por sua vez, tem a ver com a busca de algum tipo de resultado, que venha a ser o melhor possível.

 Nós todos agimos no sentido de encontrar o melhor caminho para uma qualidade satisfatória de vida. Agimos para satisfazer nossas necessidades, desde as materiais até as espirituais. 

 Isso ocorre em relação a tudo o que se processa em nossa vida, desde a coisa mais simples, tal como sair de casa e à padaria para comprar pão, até experiências complexas, como pode ser a busca do significado profundo de nossa vida ou as saídas complexas para os problemas macros da vida social das nações e das relações entre as nações. 

A avaliação subsidia, serve a uma ação, tendo em vista, com ela, obter o melhor resultado possível. Qual é o melhor resultado possível? Este só pode ser compreendido em cada ação.

 A avaliação serve à finalidade da ação, a qual ela está vinculada. Se estamos avaliando a aprendizagem, ela serve à busca do melhor resultado da aprendizagem que está sendo processada; se estamos avaliando o setor de distribuição de uma empresa, a avaliação estará subsidiando a busca da melhor solução para os impasses encontrados nesse segmento organizacional. E, assim por diante.

 Em síntese, avaliação tem como finalidade servir à ação, seja ela qual for; são os projetos de ação buscam a construção de determinados resultados, a avaliação os acompanha, serve-os. Desde que todo tipo de prática de avaliação está atrelada a uma ação, o mesmo ocorre com a avaliação da aprendizagem na escola. Ele serve à pratica educativa e à prática de ensino, subsidiando a busca determinados de resultados, que são objetivos seus objetivos específicos.

 É nesse contexto que aparece a figura do educador como mediador de prática educativa e pedagógica. A prática educativa e a prática pedagógica, por si, já fazem mediações: elas são meios pelos quais a estética (arte e espiritualidade), a ética (cultura axiológica de uma comunidade) e a ciência (conhecimentos objetivamente constituídos) chegam aos educandos.
 Para isso, em primeiro lugar, há necessidade do educador no papel de mediador vivo entre a experiência cultural em geral e o educando. O educador, servindo-se de diversos instrumentos, auxilia o educando a assimilar a herança cultural do passado, para, ao mesmo tempo, incorporá-la e supera-la, reinventando-a.

Ao aprender, assimilamos a herança cultural do passado e, ao mesmo tempo, adquirimos recursos para superá-la e reinventá-la. O educador, em sua ação, serve a esse processo. É no seio desse papel de mediador vivo do processo de formação do educando que o educador pratica atos avaliativos e, então os seus atos são éticos e necessitam de ser regidos por uma ética; são atos que tem uma finalidade e, por isso, assentam-se em valores, que dão sua direção.

 A meu ver, tendo presentes os conceitos acima explicitados, o pano de fundo do modo ético de se na prática da avaliação da aprendizagem na escola é a compassividade. Etimologicamente, o termo compassividade vem de dois termos latinos: do prefixo cum (que significa “com”) e do verbo patior (que significa “sofrer a ação”, mas também agir). No caso, compreendo a compassividade como o ato de sentir com o outro e, ao mesmo tempo, com ele agir. Agir com o educando, na busca de seu desejo de aprender, de desenvolver-se, de tornar-se adulto; de fazer o seu caminho. O educador não impõe ao educando o que “ele deve ser”, mas, com ele, busca o caminho para que se torne o que necessita de ser, como anseio de sua essência, de sua alma (alma aqui não está compreendida como um fenômeno religioso, mas sim como o âmago de cada um de nós, como o centro de nossos anseios). 

Neste contexto, compassividade na avaliação da aprendizagem pode ser traduzida, mais simplesmente, como solidariedade. O educador necessita de ser solidário com o educando no seu caminho de desenvolvimento; necessita de estar com o ele, dando-lhe suporte para que prossiga em sua busca e em seu crescimento, na direção da autonomia, da independência, da vida adulta. O educador está junto e ao lado do educando em sua tarefa de construir-se dia a dia. A avaliação subsidia o diagnóstico do caminho e oferece ao educador recursos para reorientá-lo.

 Em função disso, há necessidade da solidariedade do educador como avaliador, que oferece continência ao educando para que possa fazer o seu caminho de aprender e, por isso mesmo, desenvolver-se. Ser solidário com o educando no processo de avaliação significa acolhê-lo em sua situação específica, ou seja, como é e como está nesse momento, para, a seguir, se necessário, confrontá-lo e reorientá-lo amorosamente, para que possa construir-se a si mesmo como sujeito que é (ser), o que significa construir-se como sujeito que aprende (aquisição de conhecimentos), como sujeito que age (o fazer) e como sujeito que vive com outros (tolerância, convivência, respeito). 

Confrontar, aqui, não significa desqualificar ou antagonizar com o educando, mas tão somente, amorosamente, auxiliá-lo a encontrar a melhor solução para a situação que está vivendo, seja ela cognitiva, afetiva ou espiritual. Em síntese, a meu ver, o princípio ético que pode e deve nortear a ação avaliativa do educador é a solidariedade com o educando, a compaixão; o que quer dizer desejar com o educando o seu desejo e garantir-lhe suporte cognitivo, afetivo e espiritual para que possa fazer o seu caminho de aprender e, conseqüentemente, de desenvolver-se na direção da autonomia pessoal, como sujeito que sente, pensa, quer e age em favor de si mesmo e da coletividade na qual vive e com a qual sobrevive e se realiza
Solidarizar-se com o educando não é um ato piegas, que considera que tudo vale, mas sim um ato amoroso, ao mesmo tempo dedicado e exigente, que tem como foco de atenção a busca do melhor possível.








 Texto 2
 Entrevista com Luckesi sobre instrumentos de avaliação Considerações gerais sobre avaliação no cotidiano escolar Cipriano Carlos Luckesi




 1. Hoje, as provas tradicionais perderam espaço para novas formas de avaliação. Isso significa que elas devem deixar de existir ou devem dividir espaço com as novas atividades? A questão básica é distinguir o que significam as provas e o que significa avaliação.

 As provas são recursos técnicos vinculados aos exames e não à avaliação. Importa ter-se claro que os exames são pontuais, classificatórios, seletivos, anti-democráticos e autoritários; a avaliação, por outro lado, é não pontual, diagnóstica, inclusiva, democrática e dialógica. Como você pode ver, examinar e avaliar são práticas completamente diferentes. As provas (não confundir prova com questionário, contendo perguntas abertas e/ou fechadas; este é um instrumento; provas são para provar, ou seja, classificar e selecionar) traduzem a idéia de exame e não de avaliação. Avaliar significa subsidiar a construção do melhor resultado possível e não pura e simplesmente aprovar ou reprovar alguma coisa. Os exames, através das provas, engessam a aprendizagem; a avaliação a constrói fluidamente.

 2. Li algumas reportagens que defendem que o estudante deve ser avaliado durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Mas como é esse trabalho? O ato de avaliar a aprendizagem implica em acompanhamento e reorientação permanente da aprendizagem. Ela se realiza através de um ato rigoroso e diagnóstico e reorientação da aprendizagem tendo em vista a obtenção dos melhores resultados possíveis, frente aos objetivos que se tenha à frente. E, assim sendo, a avaliação exige um ritual de procedimentos, que inclui desde o estabelecimento de momentos no tempo, construção, aplicação e contestação dos resultados expressos nos instrumentos; devolução e reorientação das aprendizagens ainda não efetuadas. Para tanto, podemos nos servir de todos os instrumentos técnicos hoje disponíveis, contanto que a leitura e interpretação dos dados seja feita sob a ótica da avaliação, que é de diagnóstico e não de classificação

 O que, de fato, distingue o ato de examinar e o ato de avaliar não são os instrumentos utilizados para a coleta de dados, mas sim o olhar que se tenha sobre os dados obtidos: o exame classifica e seleciona, a avaliação diagnostica e inclui. 3. Como efetivar um acompanhamento individualizado dos alunos diante das condições atuais do ensino? Para um acompanhamento individualizado dos estudantes, teríamos que ter outras condições materiais de ensino no Brasil. Todavia, importa ter claro que a prática da avaliação funciona tanto com o ensino individualizado como com o ensino coletivo
. 
Avaliação não é sinônimo de ensino individualizado, mas sim de um rigoroso acompanhamento e reorientação das atividades tendo em vista resultados bem-sucedidos. Em minhas conferências, educadores e educadoras sempre levantam essa questão. Todavia é um equívoco pensar que avaliação e individualização do ensino, obrigatoriamente, tem que andar juntas

 4. Muitos professores ainda utilizam a avaliação como uma espécie de "ameaça" aos estudantes, dizendo "isso vale nota, portanto prestem atenção". Quais os prejuízos dessas atitudes tanto para alunos quanto para os próprios professores? O uso de “ameaças” nas práticas chamadas de avaliação, não tem nada a ver com avaliação, mas sim com exames. Através dos exames, podemos ameaçar “aprovar ou reprovar” alguém; na prática da avaliação, só existe um caminho; diagnosticar e reorientar sempre. A avaliação não é um instrumento de disciplinamento do educando, mas sim um recurso de construção dos melhores resultados possíveis para todos. A avaliação exige aliança entre educador e educandos; os exames conduzem ao antagonismo entre esses sujeitos, daí a possíbilidade da ameaça.

 5. Por que alguns educadores são tão resistentes às mudanças? São três a principais razões. A razão psicológica (biográfica, pessoal) tem a ver com o fato de que os educadores e as educadoras foram educados assim. Repetem automaticamente, em sua prática educativa, o que aconteceu com eles. Em segundo lugar, existe a razão histórica, decorrente da própria história da educação. Os exames escolares que praticamos hoje foram sistematizados no século XVI pelas pedagogias jesuítica e comeniana. Somos herdeiros desses modelos pedagógicos, quase que de forma linear. E, por último, vivemos num modelo de sociedade excludente e os exames expressam e reproduzem esse modelo de sociedade. Trabalhar com avaliação implica em ter um olhar includente, mas a sociedade é excludente. Daí uma das razões das dificuldades em mudar.

 6. O que o professor precisa mudar na sua concepção de avaliação para desenvolver uma prática avaliativa mediadora? Necessita de compreender o que é avaliar e, ao mesmo tempo, praticar essa compreensão no cotidiano escolar. Repetir conceitos de avaliação é uma atitude simples e banal; o difícil é praticar a avaliação. Isso exige mudanças internas do educador e do sistema de ensino.

 7. Muito se fala sobre o futuro da avaliação, mas muitos educadores ainda não mudaram a maneira de encarar o ensino e a aprendizagem. Mudar apenas a avaliação não seria uma forma de mascarar o problema? Se um educador se propuser a modificar seu modo de avaliar, obrigatoriamente terá que modificar o seu modo de compreender a ação pedagógica. A avaliação não existe em si e por si; ela subsidia decisões dentro de um determinado contexto. No nosso caso, o contexto pedagógico. Os exames são recursos adequados ao projeto pedagógico tradicional; para trabalhar com avaliação necessitamos de estar vinculados a um projeto pedagógico construtivo (o que não quer dizer construtivista ou piagetiano; segundo esse meu modo de ver, nesse caso, a pedagogia do Prof. Paulo Freire é construtiva, trabalha com o ser humano inacabado, em processo).

 8. Qual o verdadeiro objetivo de uma avaliação? Subsidiar a construção dos melhores resultados possíveis dentro de uma determinada situação. O ato de avaliar está a serviço dessa busca.

 9. Muito se fala da avaliação e de como o professor deve lidar com ela, mas muitas vezes se esquece do aluno. Qual o verdadeiro valor da avaliação para o estudante? A questão volta novamente ao mesmo lugar. Sua pergunta tem a ver com o conceito de examinar. O ato de avaliar sempre inclui o estudante, pois que ele é o agente de sua formação; só ele se forma. O papel do educador é acolher o educando, subsidiá-lo em seus estudos e aprendizagens, confrontá-lo reorientando-o em suas buscas
. 
10. A sociedade ainda é muito "apegada" a notas, reprovação, escola fraca ou forte. Como fica a relação com os pais acostumados com essas palavras quando a escola utiliza outras formas de avaliação? Assim como os educadores, os pais foram educados em outras épocas e sob a égide dos exames. Para que possam olhar para a educação de seus filhos com um outro olhar necessitam de ser reeducados continuamente. Para isso, devem servir as reuniões de pais e mestres, que usualmente tem servido quase que exclusivamente para comentar como as crianças e adolescentes estão se desempenhando em seus estudos. Por outro lado, o sistema de avaliação a ser apresentado para os pais deve ser consistente. Por vezes, pode parecer que “avaliar” significa “qualquer coisa”. Não é e não pode ser isso. Avaliar é um rigoroso processo de subsidiar o crescimento dos educandos.

 11. Em muitas escolas, por mais que se tenha uma concepção de educação e de avaliação mais "avançada", elas acabam sendo obrigadas a transformar todos esses conceitos em nota. Como é que o professor pode medir o desempenho de seus alunos se, em nenhum momento, deve ser feita essa medição de um somatório? Um processo verdadeiramente avaliativo é construtivo. Ao final de um período de acompanhamento e reorientação da aprendizagem, o educador poder testemunhar a qualidade do desenvolvimento de seu educando, registrando esse testemunho. A nota serve somente como forma de registro e um registro é necessário devido nossa memória viva ser muito frágil para guardar tantos dados, relativos a cada um dos estudantes. Não podemos nem devemos confundir registro com processo avaliativo; uma coisa é acompanhar e reorientar a aprendizagem dos educandos outra coisa é registrar o nosso testemunho desse desempenho.

 12. O que uma escola precisa desenvolver para construir uma cultura avaliativa mediadora? Para desenvolver uma cultura da avaliação os educadores e a escola necessitam de praticar a avaliação e essa prática realimentará novos estudos e aprofundamentos de tal modo que um novo entendimento e um novo modo de ser vai emergindo dentro de um espaço escolar. O que vai dar suporte à mudança é a prática refletida, investigada.

 13. Na sua opinião, qual será o futuro da avaliação no país? O que seria ideal? O futuro da prática da avaliação da aprendizagem no país é aprendermos a praticá-la tanto do ponto de vista individual de nós educadores, assim como do ponto de vista do sistema e dos sistemas de ensino. Avaliação não virá por decreto, como tudo o mais na vida. A avaliação emergirá solidamente da prática refletida diuturna dos educadores.

 Uma última coisa que gostaria de dizer aos educadores: vamos substituir o nome “aluno” por estudante ou educando. O termo aluno, segundo os filólogos, vem do verbo alere, do latim, que significa alimentar; porém, existe uma forma de leitura desse termo mais popular e semântica do que filológica que diz que “aluno” significa “aquele que não tem luz” e que teria sua origem também no latim, da seguinte forma: prefixo “a” (=negação) e “lummen” (=luz). Gosto dessa segunda versão, certamente, não correta do ponto de vista filológico, mas verdadeira do ponto de vista da prática cotidiana de ensinar.

 Nesse contexto de entendimento, agindo com nossos educandos como seres “sem luz”, só poderemos praticar uma pedagogia depositária, bancária..., como sinalizou o prof. Paulo Freire. Nunca uma pedagogia construtiva. Dai também, dificilmente, conseguiremos praticar avaliação, pois que esta está voltada para o futuro, para a construção permanente daquilo que é inacabado.

Atenção

Olá alunos estou esperando que façam suas correções no Blog de História, fiquem atentos as postagens. Grata Professora Patricia História

sábado, 25 de fevereiro de 2012

PLANEJAMENTO É FUNDAMENTAL

Caros colegas e comunidade escolar



  PLANEJAMENTO

Este ano conquistamos horário efetivo para planejamento. O planejamento é indispensável na sala de aula independente do nível de ensino. É impossível qualquer organização sem planejamento trimestral, semanal e diário.

Planejando, o educador se prepara para cada aula, antecipando os materiais que serão usados para evitar perda de tempo e possibilita rever o que não deu certo
. O caderno de planejamento é um instrumento fundamental para garantir a coerência e a coesão entre as aulas e no caso da ausência do profissional por qualquer motivo, outro profissional possa dar continuidade ao processo de ensino- aprendizagem, evitando a dispersão dos alunos. E o pedagogo dinamiza o trabalho entre as áreas de posse das informações obtidas nos cadernos de plano.

Planejando a semana, tem-se uma visão geral do que foi proposto para o trimestre e garante-se a sequência lógica de todo o processo.

Planejando o trimestre, por área ( um trimestre de cada vez, porque para pensarmos no segundo trimestre precisamos avaliar o 1º, levando em conta o CBC - Contéudo Básico) garantimos um processo coeso onde as áreas interagem suprindo as necessidades uma das outras e os alunos não se sentem perdidos e sem conecção entre as disciplinas, evitando repetições desnecessárias.

O planejamento evita acúmulo de trabalho da secretaria da escola, improvisos, solicitações de materiais de última área. Tudo é agendado e solicitado com antecedência, evitando desgastes para todos.

Por isso, é preciso que esses horários sejam respeitados por toda a comunidade escolar.
 É muito importante marcar encontros entre pais e professores, com antecedência nos dias do planejamento dos mesmos( Os professores não podem atender pais à porta da sala de aula e nem deixar a turma sem aula), sempre com a presença do pedagogo.

 Em relação ao pedagogo é importante entender que o mesmo faz o planejamento com os professores  e encontros com os alunos.

Por isso ligar para agendar horário, evita que os pais fiquem esperando ou que sejam atendidos apressadamente.

Sendo assim, contamos com a colaboração de todos.

Atenciosamente,
Rosemary- Pedagoga do turno vespertino;

AVALIAÇÃO - PROFESSORES, ALUNOS E PAIS

 Caros colegas .
 Avaliação

  Segundo autores, a Avaliação é o elemento que permite a qualquer instituição perceber se  os seus objetivos estão sendo atingidos. Em governos ditatoriais o processo avaliativo se limitava  a manter o status quo, através da coerção que eliminava através de uma nota e/ou relatório, qualquer oposição ao regime.
Na  História da  Educação, a Avaliação vem se apresentado sob as seguintes perspetivas: Somativa, Formativa ou Diagnóstica.
A Avaliação Somativa, é aquela com objetivo final  de medir o rendimento do aluno através de um nota, ignorando qualquer viés relacionado ao resultado.
A Avaliação Formativa, leva em consideração o desenvolvimento do educando. uma vez que as características psicológicas influem na produção do resultado.
A Avaliação Diagnóstica, parte do pressuposto de que a aprendizagem é um processo e que fatores psicológicos, sociais, históricos e de repertório de cada aluno, propiciam uma análise dos resultados, para rever todo o processo desenvolvido, refletir sobre o mesmo e buscar alternativas objetivando a aprendizagem do estudante.
Daí a importância de estarmos sempre alertas quando o assunto é Avaliação. A Avaliação na EEEFM "Maria Penedo" é  Diagnóstica.
Dez pressupostos são fundamentais quando pensamos em  processo Avaliativo.

1- Em primeiro lugar, a Avaliação  é uma coisa muito séria.

2- A Avaliação é coletiva e por área, não fragmentada.

3- Avaliação é um momento especial  onde analisamos a efetividade do nosso trabalho e fazemos os ajustes necessários.

4- O foco da Avaliação é a Aprendizagem Significativa.

5- Avaliação não é punição.

6- Avaliações, individuais, feitas nas disciplinas são apenas mais uma forma do professor auxiliar o processo de aprendizagem significativa do aluno, por isso,  nunca são feitas em semanas com feriados . A atenção dos alunos nesses dias, está centrada,  no que fizeram durante o feriado ou no que farão.

7- Não usamos Avaliação como instrumento de coerção.

8- O que deve despertar o interesse do aluno que quer estudar, para vir à escola, são aulas interessantes, o compromisso do aluno com ele mesmo e o compromisso familiar com a escola e com o estudante,  professores competentes que gostam do que fazem Nota também é importante e o aluno precisa dela, afinal sem um mínimo de nota ( 18 pontos no 1º trimestre, 18pontos no 2º trimestre e 24 pontos no 3º trimestre e 75% de presença (251 faltas reprova automaticamente), se perde o ano, mas é apenas mais um  dos indicadores para o aluno se Auto-Avaliar, rever seu processo e acertar o desvio.

9-Frequência, para o aluno que quer estudar, se conquista com responsabilidade da  família, do aluno e da escola, não com intransigência imputada por uma nota.

10- Nenhuma Avaliação pode ser feita e muito menos, para nota, sem planejamento prévio com o  pedagogo. Pois esse profissional participa diretamente da vida escolar dos alunos e dos planejamentos dos professores e aponta caminhos, orientando todo o processo de ensino-aprendizagem.

Saudações Pedagógicas
 Atenciosamente,
 Rosemary Calazans Lopes 
 pedagoga do turno vespertino.




quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Distribuição da nota da disciplina INGLÊS

A distribuição dos 30 pontos do trimestre será:

10 pontos: Prova trimestral
5 pontos: Trabalhos "Mesa Brasil", "Consumismo"
5 pontos: Trabalho de confecção de cartazes e pesquisa
4 pontos: exercício avaliativo
4 pontos: caderno
2 pontos: participação

Bye.
XOXOXO

Sandra - English Teacher

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

SAIBA MAIS:


Quando um ano é bissexto?

Um ano é bissexto quando ele é divisível por 4. Porém, existe uma exceção. Os anos que terminam por dois zeros serão bissextos se forem divisíveis por 400.

Exemplo:
2012 é um ano bissexto. Pois 2012 / 4 = 503, ou seja, uma divisão exata.
1998 não é um ano bissexto, pois 1998 / 4 = 499,5, uma divisão inexata.
5000 não é um ano bissexto pois, apesar de ser divisível por 4, é um número terminado em 00 e não é divisível por 400.
  
Prof. Maura(matemática)

Boas Vindas!!!!

Para as turmas: 5ª série3, 6ª série3, 7ª série3, 8ª série3. Disciplina: Matemática  
Queridos alunos  sejam bem vindos!!!! Espero ensinar e aprender com vcs. durante este ano letivo de 2012. Posteriormente vou postar alguns desafios sobre a disciplina de Matemática. Aguardem!!!! Professora Maura.

Como vou avaliar neste primeiro trimestre:
prova - 10 pontos
Caderno e participação em sala - 5 pontos
Exerc. Avaliativo - 5 pontos
Trabalho - 10 pontos 

Para refletir:
Se você pensa que tem dificuldades com matemática, lembre da frase:  “Não se preocupe muito com as suas dificuldades em Matemática, posso assegurar-lhe que as minhas são ainda maiores.” (Albert Einstein).

Breve voltarei com os desafios prometidos. Boa Sorte!!!
Prof. Maura.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

AGRADECIMENTO AOS PROFESSORES


Queridos professores,
                Agradeço publicamento a cooperação de todo os professores nesse início de ano letivo no que diz respeito a incorporação de uma nova proposta de trabalho. Construímos esse processo ao longo do ano  de 2010 e em 2011, novos profissionais se inseriram no grupo e assumiram coletivamente  a proposição. Este ano fizemos um planejamento único por área com apenas um formulário. Cada professor tem no seu caderno de plano, que é acompanhado pelo pedagogo um instrumento de implementação e avaliação da prática pedagógica. Criamos coordenadores de cada área. Linguagens e Códigos, Emanuele e Viviane Ciências da Natureza, Aline, Elciene e Humanas Patrícia,Fernando e Andréa. Esses profissionais atuam diretamente com o pedagogo e ajuda a dissipar dúvidas e propor atividades. Faremos uma avaliação por área, contemplando as disciplinas afins. Segundo os profissionais, as turmas estão calmas o que referendou a nossa proposta de todo ano rever todas as turmas e compô-las buscando melhor rendimento das mesmas.
            Muito obrigada a todos. Rosemary Calazans Lopes - pedagoga do vespertino.

FALTA DE PROFESSORES E CARTEIRAS






Senhores pais e comunidade escolar.
         Estamos sem professores de Artes e Ensino Religioso para todas as turmas mesmo com a carga horária desses profissionais sendo  completa, e Geografia para as 8ªs séries. Iniciamos o ano com o quadro completo. A professora de Artes desistiu antes do ano letivo iniciar e a professora de Ensino Religioso, desistiu porque foi convocada pela prefeitura da Serra, onde prestou concurso. A professora de Geografia optou pela coordenação em outra escola.
        A direção da escola, já comunicou o problema a Superintendência de Carapina e segundo a mesma, estão  trabalhando para solucionar o problema mais breve possível..
        Em relação as carteiras, a diretora da escola, já teve uma reunião específica para resolver essa questão e, segundo a mesma, as providências já estão sendo tomadas.
        Deixamos bem claro, que nenhum aluno foi ou está sendo dispensando por causa dessa situação. O horário está sendo rigorosamente cumprido. Todos entram às 13:00 horas e saem às 18:00 horas e nem sairão sob. nenhuma hipótese.
        Desejamos a todos um bom descanso no  feriado e um retorno em paz e com muito espírito de cooperação.
Atenciosamente, Rosemary Calazans Lopes  - Pedagoga do Vespertino

Planejamento semanal com os professores


PLANEJAMENTOS  COM OS PROFESSORES

Humanas-   Geografia e  História
 Andréia, Andréia, Patrícia Nourival  e Alan.
Andreia 5ª e 6ª - Localização Bairro e Mapas.
História Andreia 5ª   e 6ª séries, século transformação de século em ano, grandes navegações
Patricia 7ª e 8ª séries Conjuração, Globalização, Queda da bolsa de Nova Yorque e crise na comunidade Europeia e reflexos no Brasil. 
Nourival 7ª e 8ª - Familiarização com o mundo atual - Notícias - Solicitar para trabalhar responsabilidade social , relações de consumo, índices, tabelas. siglas. FMI, PIB, etc. O professor Nourival já iniciou este trabalho. Já pediu aos alunos para trazer manchetes e discutir os temas. Vai  retomar localização.

Ciências da natureza - Matemática e Ciências
Elciene, Aline e Maura 5ª e 6ª série   números naturais fatos fundamentais com resolução de problemas. Lembrar de depois do cabeçalho, sempre colocar os objetivo, de cada avaliação em cima das mesmas, hora, unidade de medida.. Postar no blog. Tempo cronológico e tempo cronológico,área das figuras planas. 7ª e8ª  potenciação., regra  de três, operações com números decimais. ( já  revisão frações) trabalhou negativos, regra de sinais, transformação de frações em decimais. 6ª séries números inteiros.
Edilene  8ª 1,2,3, Física-  densidade, transformação da matéria, velocidade. Até agora estão fazendo. Só os faltosos estão com problemas.Karina  6ª Classificação seres vivos , características e ciclo e 7ª célula estruturas e funções e divisão celular.e Marissandra Ecologia. 
         

Linguagens  e Códigos
  - Língua portuguesa, Inglês, Artes, Ensino Religioso Fernando 8ª Emanuele, 8ª 83 , 7ª3, 6³, 5ª3 - Nilza - Viviane atestado (sofreu acidente com queimadura, Marco Educação Física. Leonardo: Voley ( histórico) em adaptação. regra pessoal  no trimestre  aula em sala de aula . um tema apor trimeste .Inglês Sandra. O horário de Pl não ficou nesta data. Não teve como a escola ajustar. Educação Física higiene, importância da atividade física, higiene pessoal e lateralidade.
Nilza- 5ª Leitura e interpretação, emprego das maiúsculas, ortografia. 6ª mesma coisa,produção de textos.7ª e 8ª Leitura e Interpretação. Um livro por mês, com ficha padrão.
Emanuele - 7ª dinâmica, interpretação, classe de palavras, tirinhas. Revisou sinônimo e antônimo, substântivo, adjetivo e verbo.
8ª série - Precisa estudar muito. Pouco empenho na elaboração das atividades com raras exceções. Escrita, Leitura. A professora Emanuele está trabalhando hábitos de consumo, mídia, e apelos, saúde, infância feliz, status, direitos do consumidos, pós consumo. Verbos ter e vir.
 





quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

  

 Senhores Pais e Alunos da escola Maria Penedo. 
   Alguns alunos da escola estão com dificuldades de se adaptar às normas da escola.]
 Como avisamos na reunião de pais, criamos um blog para que todos acompanhem o que acontece na escola.
O uniforme é muito importante e é vendido na FABEM, ao lado do BANESTES da Avenida Central de Laranjeiras, é é composto de cammisa  da escola, bermuda azul até o joelho ou calça jeans e tênis.
 Em relação aos trabalhos escolares é importante lembrar que os prazos devem ser respeitados. Faltas reprovam além de atrapalhar o desenvolvimento do aluno.
 Alguns alunos já estão levando ocorrências por não cumprir tarefas e por apresentar comportamento impróprio dentro da escola.
 Nesta escola todos os professores são extremamente educados e bem preparados para o exercício da função. Todos exigem o caderno em dia, limpo e organizado.
 Responder professores e funcionários da escola, bem como usar boné, celular, e dizer palavrões não são tolerados. Pedimos aos pais nos ajudar.
 Os livros estão sendo entregues pelo funcionário responsável  aos alunos. Na medida que chegarem serão entregues de acordo com a listagem de assinatura dos pais que foi feita no dia da reunião. Os pais que não assinaram receberão comunicado para vir à escola
 No blog tem tudo o que acontece na escola e os alunos que não tem internet, já  tem horário para consultar o blog no laborátorio de informática sob a supervisão do  monitor preparado para essa finalidade. 
Reforço que a biblioteca, próxima ao Extrabom, está funcionando e permite o acesso a internet e impressão quando necessário.
 O aluno precisa se cadastarar com comprovante de residência, identidade e foto do aluno. Os pais devem acompanhá- los no cadastramento. Depois de cadastrados, os alunos  poderão pegar livros emprestados. Isso é muito importante.
Atenciosamente, Rosemary Calazans Lopes-pedagoga

Marissandra - Laboratório de informática

Queridos alunos, esta semana estaremos indo ao laboratório de informática, onde as 5ª séries farão pesquisa sobre o sol da meia noite, e as 6 ª séries farão pesquisa sobre algumas doenças transmitidas por vírus.
Lembrando que estas pesquisas são para nota. Só será aceita, sendo ela feita no dia.
Abraços, Marissandra (Ciências)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

POR QUE ESTUDAR GEOGRAFIA


Estudar Geografia é uma forma de compreender o mundo em que vivemos. Por meio desse estudo, podemos entender melhor tanto o local em que moramos - seja uma cidade ou uma área rural - quanto o país do qual fazemos parte, assim como os demais países da superfície terrestre. O campo de preocupações da Geografia diz respeito ao espaço da sociedade humana, sobre o qual os homens e as mulheres vivem e, ao mesmo tempo, produzem modificações que o (re)constroem permanentemente. Indústrias, cidades, agricultura, rios, solos, climas, populações: todos esses elementos - além de outros - constituem o espaço geográfico, isto é, o meio ou realidade material onde a humanidade vive e do qual ela própria é parte integrante.
Tudo nesse espaço depende do homem e da natureza. Esta última é a fonte primeira de todo o real: a água, a madeira, o petróleo, o ferro, o cimento, o asfalto e todas as outras coisas que existem nada mais são, no final das contas, do que aspectos da natureza.
Mas o homem reelabora esses elementos naturais ao fabricar os plásticos a partir do petróleo, ao represar rios e construir usinas hidrelétricas, ao aterrar pântanos e edificar cidades, ao inventar velozes aviões para encurtar as distâncias, Assim, o espaço geográfico não é apenas o local de morada da sociedade humana, mas principalmente uma realidade que é a cada momento (re) construída pela atividade do homem.
As modificações que a sociedade humana produz em seu espaço são hoje mais intensas do que no passado. Tudo o que nos rodeia se transforma rapidamente. Com a interligação entre todas as partes do globo, com o desenvolvimento dos transportes e das comunicações, passa a existir um mundo cada vez mais unitário. Pode-se dizer que, em nível planetário, há uma única sociedade humana, embora seja uma sociedade plena de desigualdades e diversidades. Os "mundos" ou sociedades isoladas, que viviam sem manter relações com o restante da humanidade, cederam lugar ao espaço global da sociedade moderna. Na atualidade não existe nenhum país que não dependa dos demais, seja para o suprimento de parte das suas necessidades materiais, seja pela internacionalização da tecnologia, da arte, dos valores, da cultura afinal. Um acontecimento importante - uma guerra civil, fortes geadas com perdas agrícolas, a invenção de um novo tipo de computador, a descoberta de enormes jazidas petrolíferas, etc. - que ocorra numa parte qualquer da superfície terrestre provoca repercussões em todo o conjunto do globo. Muito do que acontece em áreas distantes acaba nos afetan-do de uma forma ou de outra, mesmo que não tenhamos consciência disso. Não vivemos mais em aldeias relativamente independentes, como nossos antepassados longínquos, mas num mundo interdependente e no qual as transformações se sucedem numa velocidade acelerada. Para nos posicionarmos inteligentemente frente a este mundo, temos de conhecê-lo bem. Para nele vivermos de forma consciente e crítica, devemos estudar os seus fundamentos, desvendar os seus mecanismos. Ser cidadão pleno em nossa época significa antes de tudo estar integrado criticamente na sociedade, participando ativamente de suas transformações. Para isso devemos refletir sobre o nosso mundo, compreendendo-o do âmbito local até o nacional e o planetário. E a Geografia é um instrumento indispensável para empreendermos essa reflexão.
VESENTINI, J. Willian. Sociedade e Espaço. São Paulo, Ática, 1993. 
PROFESSORA : ANDRÉIA GUIMARÃES
TURMAS : 5ª  E 6ª SÉRIES

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012



TELEFONES DA ESCOLA  EEEFM "MARIA PENEDO"

SALA DA DIRETORA  -    32415963

ORELHÃO DA ESCOLA- 32284480

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

PROFESSORES URGENTE!


PROFESSORES!

NÃO SE ESQUEÇAM DE QUANDO POSTAR ALGUMA COISA, COLOCAR O TÍTULO AO LADO DA PALAVRA POSTAGEM E ANTES DE ATUALIZAR. CUIDADO COM O MOUSE. ALGUMAS POSTAGENS ESTÃO SENDO APAGADAS, POR ENGANO. ATENCIOSAMENTE, ROSEMARY

LÍDERES DE TURMA - VESPERTINO -2012

5.1 - Isabelle e Henrique
5.2 - Fernanda e Victor ( Vitinho)
5.3 - Gabriel Cristian e Larissa
6.1 -Richardson e Isabelle
6.2- Atailson e Isabelle
6.3 - Tiago e Kézia
7.1 - Paula Reandra e André
7.2 - bruno e Ester
7.3 - João Vítor e Scarlet
8.1 - Whashinton e Maria Luisa
8.2 - Leandro e Rafaela
8.3 - Emanuel e Rayane

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

EI ALUNOS DAS 5ª E 6ª SÉRIES SOU A PROFESSORA DE HISTÓRIA DO ANO DE 2012...ESPERO QUE TENHAMOS UM EXCELENTE ANO..BOM VAMOS LÁ...O PRIMEIRO TRIMESTRE VAMOS TRABALHAR DE MUITAS FORMAS...TEREMOS HISTÓRIA EM QUADRINHOS, CHARGE, TEXTOS, VÍDEOS E MÚSICA TUDO PENSANDO EM VOCÊS....LEMBREM-SE QUE VOU OLHAR CADERNO A CADA FIM DE MÊS...E COBRAR DEVER DE CASA SEMPRE QUE HOUVER. E O CRIME JÁ SOLUCIONARAM O MISTÉRIO??? ESTOU AGUARDANDO A SOLUÇÃO DELE!!CONTEÚDO DESSA PRIMEIRA SEMANA.

CONTEÚDO 5ª - 
O QUE FAZ O HISTORIADOR? AS ÁREAS
QUE AJUDAM O HISTORIADOR.
ALGARISMOS ROMANOS.

CONTEÚDO 6ª SÉRIE
AS GRANDES NAVEGAÇÕES
OS PRIMEIROS PAÍSES 
PORTUGAL E ESPANHA OS GRANDES DESBRAVADORES.

BEIJOS - ANDRÉIA

sábado, 4 de fevereiro de 2012

PROGRAMAÇÃO DA PRIMEIRA SEMANA DE AULA.

DIA 06/02/2012 - SEGUNDA FEIRA    Os alunos da turmas de 6ª, 7ª e 8ª séries chegarão à escola, aguardarão o sinal da entrada. Os professores estarão nas salas de aulas os aguardando. Todos os professores pedirão aos alunos para escrever uma mensagem e colar no mural do refeitório.
Os alunos das 5ª séries, serão encaminhados para as suas salas, onde os professores já estarão aguardando os alunos. 5ª 1 e 5ª 2, nas salas do andar térreo. 5ª3 na sala em frente à escada do andar superior. Lembrar aos alunos da reunião de pais na sexta feira dia 10/02/2012

A  secretaria providênciará e entregará bilhetes em todas as salas de aulas convidando os pais para a reunião de pais do dia 10/02/2012 ás 14 horas na escola. E a folha  para os pais assinar presença com a pessoa da secretria na frente dos nomes dos alunos. Mesa da 5ª 1. Atrás da mesa uma listagem colada na parede para o pai conferir a turma do filho e na mesa colada a listagem para ele assinar na frente  do nome do filho. Cada mesa com cadeira terá uma caneta amarrada com barbante para não cair no chão. As mesas com as listagens ficarão disponíveis a partir das 13 horas e serão retiradas ao térmínio da reunião pela secretaria. A secretaria organizará uma pasta de presença a reuniões e entregará a pedagoga.

Logomarca da escola, nome da mesma
Senhores Pais.
Dia 10/02/212 às 14 horas, no refeitório da escola, acontecerá nosso 1º encontro.Nesse dia, não haverá aula e seu filho deve acompanhá-lo.
Pauta.
Boas Vindas
Apresentação dos professores
Apresentação do blog da escola
Apresentação das normas da escola
Apresentação do Calendário (Observar sempre)
Apresentação trabalhos da escola
Valor dos trimestres
Calendário de provas
Faltas e ocorrências.
Livros
Encontro com os professores e ida à sala de aula
Carteiras - provisoriamente  pequenas 25 5ª séries
Falta de professores
Ocorrências

Equipe Pedagógica



Subindo à escada. as turmas de 6ª séries ocuparão as salas, iniciando ao lado da sala da pedagoga, sempre na ordem 6ª 1, 6ª2 e 6ª3. 7ª1, 7ª2 3 7ª3. As 8ª séries ficarão do lado esquerdo da 5ª3 ( no sentido de quem sobe  as escadas) 8ª1, 8ª2 e 8ª3.

Até o horário do recreio, as turmas terão aulas normais. Após o recreio, as turmas voltarão para as salas de aulas e assim que a coordenadora chamar, os professores das turmas de 5ª e 6ª séries, descerão com as turmas para o refeitório onde se sentarão para a recepção, apresentações, conhecimento das normas e do blog da escola. As turmas subirão com os professores do horário,continuarão em aula e a coordenadora chamará as turmas de 7ª e 8ª séries para o mesmo procedimento.

DIA 07/02/2012  - TERÇA FEIRA  Na segunda aula, a pedagoga terá uma reunião no refeitório com a 5ª1, 5² e 5ª3, junto com os professores do horário, que se sentarão com as suas turmas, para falar sobre a escola: 1- relembrar as normas, reexplicar o blog, as ocorrências, o papel do líder emarcará a eleição para a escolha dos líderes de cada turma. Se terminar antes do recreio, o professor voltará com a turma para a sala de aula a fim de aguardar o intervalo com alguma atividade. Após o recreio, depois que a turma subir, a coordenadora chamará as turmas de 6ª séries e o procedimento será o mesmo feito com a turma de 5ª série. Lembrar aos alunos a reunião de pais do dia 10/02/2012.

DIA 08 /02/2012 - QUARTA FEIRA  Na seguna aula descerão para o refeitório as sétimas séries com os respectivos professores e após o recreio, as oitavas séries, com os respectivos professores para o mesmo procedimento feito com as 5ª e 6ª séries no dia anrterior e com a mesma formatação. Lembrar aos alunos a reunião de pais do dia 10/02/2012

DIA 09/02/2012 - QUINTA FEIRA Após a chamada, cada turma escolherá o seus líderes, sempre os dois mais votados de cada sexo. A pedagoga entregará ao professor da 1ª aula o envelope com as cédulas de votação. O professor escreverá os nomes dos candidatos no quadro e a turma votará o nome de uma menina e o nome de um menino. Os alunos estarão sentados e todos votarão ao mesmo tempo. O professor recolherá os votos nas carteiras e convidará um aluno para ir marcando os votos na frente dos nomes dos candidatos, no quadro e fará a apuração. No final, escreverá o resultado do lado de fora do envelope com as cédulas dentro e continuará sua aula. A pedagoga passará nas salas para recolher os  envelopes no início da segunda aula, com os professores, independente da sala onde os mesmos estarão. Após o recreio, a pedagoga terá uma reunião com todos os líderes de sala em sua sala. Lembar aos alunos a reunião de pais do dia 10/02/2012.

DIA 10/02/2012 - Reunião de pais com todos os professores presentes até o térmínio da reunião.Avaliação da 1ª semana na sala dos professores. postar no blog.












                             Olá alunos da escola! Sejam muito bem vindos! Que Deus esteja conosco em tudo o que fizermos este ano! Vocês perceberão algumas mudanças em 2012.

"Posso todas as coisas Naquele que me fortaleçe" F4:13


Beijos, Rose
Pedagoga 

OS 10 MANDAMENTOS DA MP

1- AMARÁS TUA ESCOLA SOBRE TODAS AS OUTRAS;

2- DEFENDARÁS O NOME DA SUA ESCOLA EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS;

3 -NÃO FALTARÁS, VOCÊ ESTARÁS SENDO AVALIADO A TODO O INSTANTE;

4- OBEDECERÁS SEUS PROFESSORES, COORDENADORES, DIRETORA E PEDAGOGA, SOBRE TODAS AS COISAS, PARA O SEU PRÓPRIO BEM;

5-  HONRARÁS SUA FAMÍLIA E COMUNIDADE ESCOLAR. "PARA NÃO SER EXCLUÍDO DELA";

 6 -  NÃO MATARÁS AULA 'NÃO PULARÁS O MURO NEM VOLTARÁS DO PORTÃO PARA A RUA , A PATRULHA ESCOLAR  ESTÁ DE OLHO";

7-  NÃO NAMORARÁS NA ESCOLA;

8 -NÃO FURTARÁS, POR ENGANO, É CLARO, O MATERIAL DO PRÓXIMO;

9- NÃO COBICARÁS O TRABALHO DOS OUTROS;

10- NÃO SE METERÁ NA VIDA ALHEIA.





 



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Ler é legal!

Ler é legal!

Durante o ano letivo de 2012, faremos diversas atividades relacionadas à ESCRITA e a LEITURA. Vocês conhecerão escritores e terão contato com textos interessantes. Teremos um portfólio, onde serão arquivadas essas atividades, este será avaliado a cada trimestre. O principal objetivo é despertar o interesse pela leitura e ampliar sua capacidade de interpretar. Quando o indivíduo é capaz de entender aquilo que lê, o mesmo tem facilidade em compreender conteúdos relacionados a todas as disciplinas.

"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede." Carlos Drummond de Andrade

Professora Emanuele Freitas (7ª1 e 2 - 8ª1 e 2)

VAMOS ESTUDAR HISTÓRIA


O que é História? História é a ciência que estuda o passado que possamos compreender melhor o presente e vislumbrar um futuro.

A proposta de trabalho em história para o Ensino Fundamental é levar o aluno a ampla reflexão do mundo que o cerca o estimulando ao debate e a escrita de tudo que compreendeu. Por isso cada aluno tem a total liberdade de criar suas respostas, baseando-se em fatos históricos previamente estudados e discutidos, das atividades propostas em sala.

 De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, o Educando deve Compreender e não decorar os conteúdos estudados.


Depois no Blog estudando História estarão postadas as respostas para que possamos juntamente verificar em sala se cada aluno alcançou o objetivo da matéria apresentada.


Por Trimestre cada aluno terá em História avaliações diversas, tais como:

Avaliação do caderno;

Avaliação com o conteúdo selecionado por trimestre;

Atividades Extras; Trabalhos;

Filmes.

Estudo Dirigido;

Atividade Extraclasse

DIVISÃO DE NOTAS PARA O TRIMESTRE

Primeiro trimestre tem o valor de 30 pontos

5 pts caderno
3 pts participção
7 pts trabalho
10 pts avaliação
5 pts atividades extra, estudo dirigido, etc...



 Dúvidas... me procurem na escola.
Professora Patricia Sanches - História  - 7ª e 8ª